Blog da Primeiro Lugar: SEO e Links Patrocinados

Postado por Diego Ivo em 15/12/2010 | Tags:, ,

SEO de cauda longa e Conversões

Quando falamos em SEO, sempre vem à cabeça uma ideia de posicionamento de palavras-chave nos mecanismos de busca. Não que isso esteja errado, mas SEO definitivamente é menos posicionamento de palavras-chave do que conversão de visitas em resultados.

Apesar da aparente e grande concorrência nos mecanismos de busca, SEO ainda é algo muito atrasado no Brasil. Se quisermos investir em long tails, que é o que deve gerar melhores resultados, a concorrência pode estar atrasada anos-luz. Por mais inaptos que sejam, os SEOs de nosso Brasil querem concorrer naquelas palavras-chave que nomeiam uma categoria. Mal sabem eles que elas não têm tanta pesquisa e que, na verdade, geram menos resultados do que as palavras-chave de long tail.

Foque-se no seu nicho de mercado

Uma empresa, digamos assim, de pequeno ou médio porte tem um alcance relativamente baixo em termos geográficos. Por outro lado, certamente seu produto ou serviço podem alcançar um número impressionante de pessoas em sua área de atuação. Daí que, dentre tantas definições do que é SEO, vem o termo encontrabilidade, do qual gosto bastante. Portanto, com técnicas simples de SEO e muita inteligência de mercado é possível gerar um número razoável de visitas de busca orgânica. Talvez, é verdade, esse número não se compare a de outras palavras. Acontece que são essas as visitas de potenciais clientes: ao chegar uma visita dessas, basta converter a visita em cliente.

Enquanto, por um lado, palavras-chave genéricas convertem em média de 2 a 3%, as palavras-chave de cauda longa, por outro lado, chegam a converter de 30 a 50% das visitas. Aos leitores incautos, aos profissionais incautos, convém lembrar que em média 5% é a taxa de conversão de um bom site. Como dizia, o problema de um SEO não está exatamente nas técnicas utilizadas, mas de inteligência em marketing. Dedicando-se uma ou duas semanas, um estudante de SEO aprenderá as técnicas mais importantes de SEO, o necessário para ele concorrer para valer com SEOs mais experientes.

SEO é uma estratégia integrada de marketing

O problema mais grave, portanto, de todo profissional de marketing de busca é que ele esquece que está trabalhando com marketing. E o que é marketing se não, enfim, atrair clientes relevantes que irão comprar um produto – seja fazendo propaganda boca-a-boca, televisiva ou marketing de busca. Só que o mercado da Internet trabalha não só com nichos, mas sobretudo nicho dos nichos. Então, tornar-se encontrável para as palavras-chave mais relevantes é o primeiro passo.

Converta mais do que a concorrência

Vem agora o segundo, o fator conversão, que propriamente compõe o título deste artigo. Para empresas de pequeno ou médio porte, desde que não trabalhe com e-commerce, não há muito segredo: conversão é um lead ou um telefonema que aquela estratégia de marketing gera. Agora vem uma tarefa que é mais difícil mesmo do que o SEO: que aquela página, para aquele público, converta definitivamente mais do que qualquer outra. Falo de uma conversão média, para um determinado grupo de palavras-chave, algo em torno de 30%.

E há ainda outro fator que muita gente esquece, embora vá parecer teoria da conspiração de minha parte para outros leitores que suspeitam menos. O Google Analytics, do Google, foi a sacada que garantiu ao Google ser líder em buscas ad eternum por um simples motivo (dentre tantos outros): o Analytics simplesmente sabe quais sites têm maior ou menos taxa de rejeição do que outros. Portanto, converter mais do que a concorrência, questão on-page, pode sim ser muito mais relevante do que tantas técnicas de link building.

Conclusão

Afirmo com todas as palavras: um site que converte mais irá se tornar melhor posicionado do que outros, quem sabe até mesmo para palavras-chave que nomeiam a categoria em que a empresa atua. Isso você não ouve por aí, dirão que é polêmica de minha parte – eu digo que é um palpite para o futuro próximo. Bem, esqueça a minha retórica; eu só queria lembrá-los que a qualidade do site é sim o fator mais importante numa estratégia de SEO. Pois bem: do que adianta receber mil visitas de palavras-chave qualificadas e não converter nenhuma?

Postado por Vinícius Denny em 03/11/2010 |

Google Street View

Andar pelas ruas de várias cidades do Brasil e do mundo com um super realismo quando quiser através de poucas pesquisas. Parece um filme de espionagem militar? Mas é já a realidade (e para nós mesmos). O Google Street View é um recurso integrado ao Google Maps em que você consegue ver passear virtualmente pelas ruas das cidades que possuem o serviço. Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte foram quase por inteira fotografadas por uma tecnologia que permite tirar fotos em todos os ângulos simultaneamente.

MASP pelo Google Street View

Como acessar o Google Street View?

Para acessá-lo é muito simples. Acesse o Google Maps (http://maps.google.com) e pesquise um endereço emq ue estiver interessado (considerando que apenas algumas cidades já contam com o serviço). Na barra lateral de zoom, arraste o ícone do homenzinho para onde você quer visualizar.

Usando o Google Street View

A navegação é simples, sendo feita com o mouse e o teclado.

O que o Street View muda para as empresas?

Ao usar uma tecnologia tão nova e tão revolucionária, as experiências virtuais ficam cada vez mais próximas das reais. Antes de se visitar um lugar, é possível conhecê-lo de uma maneira muito mais realística de que qualquer outra. Além se integrar ao sistema de buscas e passar mais experiência a um usuário procurando algum lugar, a maioria dos potenciais usos para empresas ainda é desconhecido.

Algumas polêmicas envolvidas

Muitas entidades civis e governamentais questionaram o projeto do Google Street View em vários aspectos, sendo principalmente em relação à privacidade. O Google tomou algumas medidas preventivas, como proteger a identidade de pessoas e carros (através do embaçamento do rosto e das placas). Além disso, o Google oferece a opção para classifcar imagens como impróprias ou sensíveis, sendo, depois de uma avaliação, ou corrigidas ou excluídas.

Apesar dos pesares

Apesar de toda polêmica que está envolvida, o Google Street View é um serviço que impressiona pela tecnologia e pela sua utilidade. E, assim como a maioria dos serviços oferecidos pelo Google, não tem custo nenhum para o usuário final. Ou seja, não custa dar uma viajadinha pelas ruas das metrópoles brasileiras e do mundo pelo seu computador.

Postado por Vinícius Denny em 08/09/2010 |

Google Instant: Pesquisa em Tempo Real

Acabou de ser anunciado pelo Google durante a realização da IFA (feira de tecnologia em Berlim) uma mudança no seus sistemas de busca. Foi implementada uma nova funcionalidade na página de buscas para a realização de buscas instantâneas: o Google Instant.

Uma evolução Google Suggests (que dá sugestões de pesquisas em tempo real), o novo serviço faz as pesquisas sejam realizadas enquanto se digita na caixa de buscas, sem a necessidade de se mandar pesquisar. A funcionalidade foi desenvolvida ao se perceber que as pessoas demoravam muito mais pra digitar do que para ler. Uma pesquisa em tempo real, portanto, ajudaria muito na economia de tempo.

Google Instant - Pesquisa em tempo real

Mudanças para Otimização de sites

Com essa nova maneira fica muito mais fácil para aprofundar uma pesquisa, se necessário, até achar um resultado relevante. Para o processo otimização de sites, essa mudança vai gerar alterações profundas na maneira como as pessoas utilizam o Google. Palavras chaves mais específicas (long tails) provavelmente serão mais pesquisadas, já que se pode acrescentar mais termos a busca até o resultado ser relevante para o que se procura.

Outra provável mudança é a diminuição de pessoas que vão para outras páginas de resultado além da primeira.  Logo um serviço de otimização se torna mais essencial. O serviço de Links Patrocinados deve sofrer alterações drásticas também no modo como é exibido, exigindo outro tipo de planejamento de palavras chaves.

Avaliação dos usuários

Nas primeiras avaliações feitas sobre o Google Instant,  a funcionalidade foi muito elogiada pela praticidade em relação a pesquisa tradicional, economizando tempo e gerando resultados mais relevantes facilmente. Alguns críticos, no entanto, argumentam no sentido de quantidade de banda de internet utilizada. A função pode ser desabilitada facilmente por uma opção ao lado da caixa de buscas.

Por enquanto o Instant só está disponível para usuários dos Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e Rússia que utilizem os navegadores Google Chrome, Mozilla Firefox, Safari e Internet Explorer 8. Para testá-lo, vá até a página do Google americano (clique aqui e vá em Google in English).

Postado por Diego Ivo em 07/09/2010 | Tags:,

Atraia clientes sem fazer propaganda

A marca mais valiosa do mundo, Google, não faz propaganda e o fator de não gastar nenhum centavo em anúncios a torna mais amada.

Uma das regras do novo mercado que a Internet instaura é que o cliente sente muito mais confiança em uma marca caso ela não precise pagar para obter publicidade.

Uma pequena digressão, só para deixar claro. Entende-se propaganda por veiculação paga em mídias em geral através de anúncios publicitários (equivale ao inglês advertising); já publicidade é o simples fato de tornar qualquer coisa conhecida pelo público: por exemplo, uma matéria em um jornal falando sobre o produto de uma empresa é publicidade.

Entender essa nova dinâmica do mercado permitirá que sua empresa cresça de maneira diferenciada, tornando sua marca muito mais confiável e superando os concorrentes. Mas como tornar uma marca ou produto falado sem fazer propaganda?

Deixe as pessoas falarem de seu produto

Quero apontar dois caminhos. O primeiro, ideal, é que seu produto seja uma vaca roxa, isto é, seja único e se destaque por isso, ganhe o mundo através da “propaganda” boca a boca.

Outro caminho, é sua empresa ser encontrada por seus clientes. Como fazer isso? Através do Google, é claro.

Deixe as pessoas encontrarem seu produto

Todo mundo pesquisa no Google e o produto de sua empresa está sendo procurado neste momento através do Google. Aparecer na busca orgânica significa atrair tráfego gratuito e qualificado para seu site, pessoas que querem comprar seu produto.

A Primeiro Lugar oferece o serviço de SEO, que consiste em tornar seu site “encontrável” para o seu cliente quando ele procurar pelas palavras-chave relevantes para o seu negócio. Através de nossa consultoria SEO, nós oferecemos toda a nossa inteligência para sua empresa atrair clientes sem fazer propaganda.

Com a Otimização de sites para mecanismos de busca, sua empresa irá atrair clientes que encontram sua empresa através da busca orgânica de buscadores como Google ou Bing, sem que se pague pelos cliques. O seu cliente, assim, irá confiar muito mais em sua empresa e irá valorizar a sua marca diante da concorrência.

Postado por Diego Ivo em 02/09/2010 | Tags:, ,

Você sabe o que é uma vaca roxa?

A Vaca Roxa (em inglês Purple cow) é um livro de Seth Godin que teoriza sobre as dinâmicas do novo mercado, que têm início no declínio da publicidade televisiva. Em poucas palavras, aponta para o fato de que em nossos dias a propaganda em massa não tem mais (tanto) impacto.

A verba que ia para a propaganda, por sua vez, deve ser transferido para a criação de um produto diferenciado, que se destaque, que chama a atenção de todos assim como chamaria uma vaca roxa entre vacas comuns. Se você vir uma vaca roxa, irá tuitar, postar no Facebook, enfim vai falar para todo mundo dela.

Há algumas décadas para lançar um produto e obter sucesso havia uma regra que era mais ou menos simples: bastava criar uma marca e saturar o telespectador com a propaganda daquele produto, que ele inevitavelmente acabaria comprando.

Entenda as mudanças do mercado

Hoje, entretanto, as coisas mudaram um pouco, e por dois motivos:

O primeiro, mais óbvio e já dito, é que simplesmente ninguém tem mais paciência de assistir a um comercial – ele perdeu o que tinha de novidade e é invasivo.

O segundo motivo, que é o ponto mais interessante da teoria da Vaca roxa, é que todos os produtos que tinham de ser inventados já o foram. Ou quase todos.

Portanto, para obter sucesso no mercado é preciso criar algo único, que chame a atenção do público e faça todo mundo falar do seu produto por livre e espontânea vontade, porque gostou, se interessou.

Olha uma vaca roxa ali

O fato de o público falar por vontade própria é, sem dúvida nenhuma, a melhor e mais barata forma de publicidade.

Pense, por exemplo, no Google: ele é um purple cow; criou um produto tão bom, que entrou na vida de todas as pessoas e todo mundo fala dele para seus amigos (quer dizer, hoje isso não é mais necessário, porque já é parte integrante da vida moderna). Ele chama a atenção e se destaca dentre os zilhões de produtos e serviços que há por aí.

Ou, então, no iPhone: ele se destaca de qualquer outro celular, todo mundo o deseja, todo mundo fala dele, e não é preciso de propaganda em TV. Não é preciso propaganda nenhuma. A Apple, aliás, é sempre um grande exemplo de como se fazer vaca roxa.

Como fazer para meu produto ser uma vaca roxa?

A resposta a essa pergunta vale milhões de dólares. Não existe receita, não existe mágica.

É preciso, “somente”, elevar seu olhar, prever o futuro. Pense no inusitado, procure o que jamais foi feito, encontre o crie um nicho de mercado inovador e útil para um determinado mercado.

Não importa qual o segmento de sua empresa, as vacas roxas estão aí para ser inventadas e descobertas.

Postado por Vinícius Denny em 16/08/2010 |

Como o Bing ameaça o Google

Logotipo do Bing

O que é o Bing?

Com alguma frequência surgem na mídia promessas que supostamente ameaçariam o Google no mercado de buscadores. Aconteceu isso com o Cuil, lançado por uma ex-funcionária do Google, com o Ask, com o AltaVista (sendo que ambos já tiveram muito sucesso antes). Mas como previsível, todos acabaram morrendo na praia e o Google continuou absoluto entre os mecanismos de busca existentes.

Mas o cenário é totalmente diferente quando uma das maiores empresas do mundo resolve entrar seriamente nesse mercado. A Microsoft, que sempre investiu pouco e errado no mercado de buscadores (com seus Live Search, Windows Live Search, MSN search, dentre outros), dessa vez quis fazer diferente.

Junto com pesados investimentos no setor online (estimado em 5 bilhões), criou uma nova marca para seu buscador, em vez de tentar associá-lo a outros produtos de sucesso da empresa. Desse investimento, uma boa parcela foi destinada em pesquisas para refinar o motor de busca do Bing, a ponto de deixá-lo supostamente tão ou mais poderoso que o do Google.

Além de conseguir melhoras técnicas significativas, foi investido muito dinheiro na divulgação do serviço. Parcerias de peso foram feitas, como a com Yahoo!, que faz com a busca fornecida em seus sites seja fornecida pelo Bing.

Tem gerado efeito?

Por mais que o Bing esteja aumentando em visitas e market share, a situação ainda é difícil. Como sabemos, fazer uma pesquisa no Google está tão automatizado nas pessoas que ninguém escolhe onde pesquisar. Só vão no Google e digitam. Esse é o resultado de anos de serviços de qualidade prestados. Além de resultados que refletem o que é pesquisado, o Google também oferece muita velocidade e estabilidade na absoluta maioria do tempo. Ou seja, está bem fixo nas nossas mentes.

Porém na internet já aconteceram trocas. O indestrutível ICQ perdeu cada vez mais espaço para o MSN (também da Microsoft) conforme seus recursos foram sendo superados, até sumir. Vários servidores de e-mail perderam seus postos de principais quando o Gmail apareceu com sua clara qualidade superior. Correria o Google o mesmo risco?

Google acompanhando o Bing

Para não ficar com seus recursos obsoletos em relação ao Bing, o Google tem feito várias mudanças para acompanhar e superar seu principal concorrente.

O design do Google, apesar de pequenas alterações e mudanças em eventos especiais, sempre foi o mesmo. Logotipo, fundo branco, poucos links. O mais clean possível. Para se diferenciar do oponente, o Bing veio com uma proposta diferente. Em vez de um visual clean como o do Google, escolheu preencher seu fundo com bonitas fotografias, criando realmente um visual de muito impacto. Logo o Google correu atrás e criou a opção de personalizar o fundo com a foto que desejar.

Outra mudança significativa foi na pesquisa por imagens. O Bing apresentou um sistema de pesquisa e display de resultados muitas vezes melhor que o do Google. Então o Google alterou seu sistema até ficar parecido com o fornecido pelo Bing.

Mas só o Google copia o Bing?

Obviamente não. Sendo líder por tantos anos, o Google foi a base para construção do Bing. Muitos serviços estão sendo copia dos oferecidos pelo Google. Vários tipos de pesquisas, como o de notícias, de vídeos, de blogs e outros foram baseados. Além disso, o Google Maps, Shopping e outros ganharam sua versão do Bing.

Onde o Bing está deixando o Google para trás?

O Bing tem apresentado diversos recursos para pesquisas mais específicas. Na categoria Travel (viagem) por exemplo, você pode pesquisar por destinos, hotéis, passagens aéreas e outros.  Além disso, tem música, clima, universidades, redes sociais, TV, finanças, dicionários, receitas e muitas outras. O Bing até oferece um serviço de pesquisa no seu histórico do navegador.

Pesquisando por categorias, é muito mais provável receber resultados relevantes. E conforme vai trazendo resultados mais relevantes, vai se fidelizando usuários…

Bing portanto é superior ao Google?

O fato que o Google tem o serviço de pesquisas há muito tempo e já pode aperfeiçoá-lo. O Bing, por ser um sistema novo, ainda utiliza critérios diferentes para rankear as páginas. Além disso, o Google tem muito mais páginas em seu sistema que o Bing. Dessa forma, consegue rankear melhor as páginas mais relevantes e apresentar uma diversidade maior nos resultados.

Outro problema do Bing é que ele ainda não adaptou ao tudo seus serviços a outros países. Por isso para o Brasil seus recursos ainda são limitados.

Quem ganha essa disputa?

Ao longo prazo é sempre difícil fazer previsões, mas não há dúvida nenhuma que o Google está muito a frente. Porém com novos recursos que geraram inclusive a reação do Google, se percebe que o Bing não é um projeto a toa. O serviço de busca do Google é o principal produto oferecido pela organização e eles já mostraram que são capazes de reagir rapidamente. Logo para haver mudança aí deverá existir um esforço absurdo de um e o relaxamento de outro.

Postado por Diego Ivo em 06/08/2010 | Tags:, ,

O preço de uma consultoria SEO são os resultados gerados

A forma “tradicional”, diria até antiquada, de se remunerar uma agência pelos serviços de marketing é estabelecer um valor mensal para a consultoria prestada (ou um valor pontual para cada serviço prestado).

O que  geralmente envolve, sobretudo no caso de uma consultoria SEO, um contrato com vários meses de duração – afinal, SEO não é mágica que vai mudar tudo da noite para o dia e sim traz resultados em médio e longos prazos.

Então, há contratos de pelo menos 6 meses, que são renovados pelo mesmo período. Até aí tudo bem, não vejo mal, mas acredito que as coisas possam funcionar de maneira diferente. Sendo melhor para o consultor SEO e seu cliente.

Parcerias focadas em resultados

Sabemos que o mercado é muito dinâmico e, por isso, os resultados gerados podem ser a própria métrica utilizada. As empresas estão cada vez mais ligadas em resultados (quem lhes tira a razão?) e, assim como não podemos prometer ou garantir um primeiro lugar no Google, também não é legal deixar no ar se os resultados vão ou não ser gerados.

Isso, claro, vale para as empresas que confiam no seu taco e no produto de seu cliente, sabem que podem gerar resultados e, sobretudo, acreditam em parcerias como seu modelo de negócios. Falamos aqui de parcerias de longo prazo, com data de início e sem data de término.

E a lógica indiscutível nisso para mim me parece tamém muito justa: se a agência de SEO só gera resultados razoáveis, recebe um honorário razoável; se gera altos resultados, recebe um alto honorário. Bom para todo mundo, não é mesmo? Além do mais, o esforço é contínuo em melhorar.

O ponto principal é que esse modelo de consultoria em SEO é para empresas que focam na qualidade do cliente e não na quantidade. Focando, portanto, na qualidade de seus clientes uma agência não tem por quê não se esforçar em gerar os melhores resultados. Quanto mais resultados gerar, melhor será remunerada.

Comparando esse modelo com o dos links patrocinados

Por vias diferentes, no caso de links patrocinados isso já acontece mais ou menos de forma parecida, porque uma empresa aceita ou não pagar determinado valor por um lead ou uma venda – isso, claro, se quem gerencia as campanhas do Google AdWords sabe minimamente o que está fazendo, porque muita gente que se diz agência por aí simplesmente não sabe mexer no AdWords!

Voltando, se a agência conseguir manter um CPA no AdWords, ótimo, receberá uma verba maior para gerenciar, o que por consequência aumentará o quanto ela recebe pela consultoria.

Conclusão

Outro ponto muito interessante de uma consultoria SEO cujo modelo de remuneração sejam os resultados gerados é que um contrato de duração mínima se torna desnecessário! Penso que o cliente de uma agência de SEO só não quererá continuar com ela caso não esteja satisfeita com os resultados; então para que amarrar um cliente? Para que ter um cliente insatisfeito que falará mal de uma marca? É indispensável, por outro lado, que se combine um prazo mínimo para encerrar a parceria, porque uma estratégia de SEO sempre está no mínimo 2,3 meses no futuro.

Além disso, é fundamental que tanto agência quanto cliente acreditem um no outro. Ninguém receberá pelos resultados caso não acredite no produto ou na ideia que venderá. É preciso ter critérios e métricas. A questão, seguindo esse caminho de remuneração por performance, é estabelecer valores e ações bem claros para que não haja dúvidas no futuro: quanto vale um lead? Quanto vale uma visita que permaneceu x minutos no site, que navegou x páginas pelo site, que comprou x reais num e-commerce?

Postado por Diego Ivo em 06/07/2010 | Tags:, ,

Otimização de sites (SEO) para Google, Yahoo! ou Bing?

Google, Yahoo! e Bing são os três principais buscadores no Brasil (e quase que em todo o mundo). Como são de empresas diferentes, é natural que cada um deles leve em conta diferentes critérios para dar uma posição a determinado site.

Vamos entender um pouco sobre cada um dos buscadores e a importância de fazer a Otimização de sites para cada um deles.

Bing

O Bing é buscador da Microsoft, que já se chamou Live e também MSN. Foi a primeira vez que a Microsoft entrou com força nos mercados na busca, tanto que nos EUA o Bing vem ganhando mercado. Investiu bastante em páginas de resultados mais bonitas, tanto que “obrigou” o Google a permitir que usuários adicionassem imagem de fundo à sua página inicial.

No Brasil, entretanto, o Bing ainda é muito fraco e peca pela falta de um bom índice de sites. Acontece também de, não raro, haver conteúdo muito antigo e páginas inexistentes no resultado. Por isso, ele costuma ser ignorado um pouco no processo de otimização. Entretanto, mudanças vêm aí.

Yahoo!

O Yahoo! é o meio termo entre Bing e Yahoo!. Nem tão bom nem tão ruim, ele é bem mais sensível para posicionamento e é menos criterioso com otimização, sendo que nele se torna mais “fácil” um site ficar bem posicionado.

O Yahoo! deve sim ser levado em conta, e mesmo que gere menos visitas que o Google não deixam de ser visitas relevantes de pessoas que procuram o produto de sua empresa. Merece atenção.

Google

O Google domina 97% do market share de buscas no Brasil. Precisa dizer alguma coisa mais?

É o buscador mais importante no mundo e, por isso, também o mais concorrido. Realizar a Otimização de um site para o Google é um processo mais demorado e concorrido, mas também o que traz melhores resultados.

É indispensável usar força máxima no Google!

Conclusão

Devemos considerar a importância de cada um dos buscadores e, sim, otimizar para cada um deles guardando as devidas proporções de importância. Em ordem crescente de importância: Bing, Yahoo! e Google, lembrando que há briga pela segunda posição e a tendência é de que o Bing torne-se mais importante que o Yahoo! em breve.

Postado por Diego Ivo em 02/07/2010 | Tags:, ,

Páginas mais leves melhor posicionadas no Google

Tempo de Carregamento de páginas e SEOPáginas pesadas, nunca mais! Pelo menos é o que o Google está pedindo. Entenda por quê.

O Google recentemente divulgou que o tempo de carregamento de uma página será fator para um site estar bem posicionados em suas buscas. Esse anúncio leva a uma corrida por páginas mais leves.

Se sites em Flash nunca foram bons para mecanismos de busca, agora se tornam pior ainda. A partir de agora, uma estratégia de Otimização de sites deverá incluir a construção de um código o mais limpo e leve possível.

Site leve mas otimizado para o usuário, sempre

Que fique claro: o fato de uma página mais leve ser fator de ranqueamento não quer dizer que se deve remover tudo quanto é coisa da página. O que o Google espera é que você seja moderado, sobretudo acessível.

Por que acessível? Ora, a cada dia mais e mais pessoas passam a acessar sites através de celulares. Um site pesado é praticamente impossível de ser acessado a partir de dispositivos móveis. Uma ideia sempre interessante é ter um site exclusivo para celular.

Tornando um site mais leve

O erro mais crasso ao se desenvolver um site é usar tabelas, o que é uma técnica em desuso há anos, embora muitos webmasters ainda a utilizem. Além de tornar o site mais pesado, não são acessíveis.

Como princípio básico, é importante que um site esteja em XHTML e trabalhe com CSS. As imagens também devem estar compactadas ao máximo para que contribuam para o melhor carregamento da página.

Outra dica importante é que o site esteja hospedado em um servidor localizado no Brasil, porque o tempo de conexão entre servidor e usuário é menor. Não confunda a localização do servidor com a da empresa, afinal muitas empresas de hospedagem no Brasil contam com servidores nos EUA.

Conclusão

Ao meu ver, o Google cada vez mais quer assumir a missão de regular a Internet. Para isso, incentiva práticas que a tornam melhor e incorporam esses “conselhos” ao seu algoritmo.

Os proprietários de web site, por sua vez, quando pensam em otimização para mecanismos de busca devem cada vez mais pensarem em otimização da qualidade, acessabilidade, etc. Mostrar ao Google que seu site é relevante (e sê-lo) é tudo!

Postado por Vinícius Denny em 16/06/2010 | Tags:, ,

Se destacar no Google altera o posicionamento de mercado?

Vamos supor que você queira realizar um curso de inglês. Uma boa maneira de pesquisar qual a melhor opção entre os cursos no mercado seria pesquisar no Google. Na pesquisa, entre um curso que o site aparece nas primeiras posições e outro que não está nem na primeira página, qual oferece mais credibilidade?

O Google trabalha sempre visando oferecer o resultado de maior relevância para o usuário. E, no geral, tem feito um excelente trabalho. Em quantas pesquisas você precisa passar da primeira página para achar o que estava procurando? Por essa excelência, o Google detém, só no Brasil, 97% dos serviços de busca.

Opiniões sempre afetam o processo de tomada de decisão. Se essa opinião vem de uma instituição com tamanho crédito como o Google, a influência dela será ainda maior. Logo, um site que aparece nas primeiras colocações no Google, à primeira vista, parece ser a melhor opção (e geralmente é).

O que fazer para converter mais?

Apesar de muito influente, obviamente que só a “opinião” do Google não vai decidir a visão do consumidor sobre uma empresa ou um site. Ao entrar num site e não encontrar conteúdo de relevância, o consumidor tende a realizar a pesquisa novamente, procurando o conteúdo desejado nos sites posicionados abaixo.

Para não perder esse cliente em potencial, há uma série de características que devem ser trabalhadas. O mais importante para um site, obviamente, é o seu conteúdo. Oferecer o que é procurado é o principal fator para o sucesso.

Além disso, a forma como que esse conteúdo é apresentado (ou seja, o design do site) é de suma importância.  Um layout bem trabalhado passa maior credibilidade ao internauta – lembre-se que o site é a primeira impressão que o cliente terá da sua empresa. A usabilidade do site também é muito importante para conquistar o cliente, ou seja, a estrutura deve tornar as informações fáceis de serem encontradas.

Conclusão

Ter um site excelente, mas não bem posicionado no Google é um problema sério. Por outro lado, um bom posicionamento sem conteúdo, layout bonito e estrutura clara, gerará poucos resultados. A solução é  investir em Marketing de Busca e melhorar sempre seu site para oferecer mais valor a quem o busca.

Nossos serviços de SEO e Link Patrocinado agora são oferecidos pela Conversion. Aumentamos nossa estrutura para melhor atendê-lo!

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